Onboarding: como preparar a assinatura de e-mail de um novo colaborador
A assinatura faz parte do kit de boas-vindas, assim como o crachá e o notebook. Como garantir que um recém-chegado a tenha desde a primeira mensagem, sem tutorial nem chamado.
- Com gestão manual, um recém-chegado leva em média vários dias para ter uma assinatura correta.
- No entanto, as primeiras mensagens dele são justamente as que vão para interlocutores que não o conhecem.
- Com a sincronização do diretório, a assinatura existe desde a criação da conta.
- A condição é que os atributos do diretório sejam preenchidos no momento da criação, e não depois.
A chegada de um colaborador é o momento em que a organização mostra o seu nível de preparação. O crachá está pronto, o notebook está configurado, os acessos estão liberados — e a assinatura chega três semanas depois, após duas cobranças.
O custo real das primeiras mensagens
Um recém-chegado escreve desde o primeiro dia, e as primeiras mensagens dele são justamente as que vão para pessoas que não o conhecem: apresentação a um cliente, primeiro contato com um fornecedor, resposta a um candidato.
São, portanto, as mensagens em que a assinatura mais importa, e aquelas em que ela mais costuma faltar ou ser improvisada. Quando finalmente aparece, geralmente foi copiada da assinatura de um colega — com os eventuais erros dela, a versão desatualizada do logo e, às vezes, o número de telefone desse colega.
Por que a gestão manual sempre falha aqui
O processo habitual tem etapas demais para sobreviver à realidade de uma semana de integração.
Alguém precisa se lembrar de enviar o modelo. O recém-chegado precisa encontrar a mensagem entre as outras quarenta da primeira semana. Ele precisa abrir as configurações do cliente de e-mail, colar o HTML, substituir as informações pessoais, ajustar o logo. Depois, repetir tudo no celular, o que ninguém faz.
Cada uma dessas etapas tem uma taxa de perda. Multiplicadas, elas explicam por que uma parte significativa das assinaturas de uma organização está permanentemente incorreta.
O que muda com uma assinatura aplicada pelo serviço
Com um suplemento e a sincronização do diretório, o processo desaparece. A conta é criada, os atributos são preenchidos, o colaborador é vinculado a uma unidade ou a um grupo: a assinatura existe.
Ele abre o Outlook ou o Gmail, redige a primeira mensagem, e a assinatura está lá — com o nome, o cargo, o departamento, o logo da empresa e o banner de campanha em vigor. Ele não configurou nada e provavelmente nem sabe que um sistema cuidou disso. É esse o resultado desejado.
O mecanismo está descrito em sincronizar as assinaturas com o diretório e, do lado da implantação, na página suplemento para Microsoft 365.
A verdadeira condição: atributos preenchidos na criação
A automação só vale o que vale o diretório. Se a conta for criada apenas com um nome e um endereço, a assinatura vai se resumir a isso.
O ponto de controle útil está, portanto, no processo de criação de conta do RH. Quatro atributos devem ser preenchidos desde a abertura, e não “mais tarde”:
- o cargo, tirado da tabela interna de cargos em vez de improvisado;
- o departamento de lotação;
- o telefone profissional, no formato internacional (
+55 11 91234-5678); - a unidade ou a pessoa jurídica.
É uma alteração leve no formulário de criação, e ela resolve o assunto de forma definitiva. Se a sua ferramenta de RH já alimenta o diretório automaticamente, basta verificar se esses quatro campos fazem parte do mapeamento.
Bom saber: defina explicitamente o comportamento em caso de atributo ausente. Uma linha vazia deve sumir por completo, rótulo incluído. Uma assinatura que exibe “Cargo:” seguido de nada é pior do que a ausência da linha.
Os casos especiais a decidir uma única vez
Prestadores de serviços e temporários. Eles devem usar a assinatura da empresa? Muitas organizações preferem uma variante sem menção de cargo, ou com uma menção explícita da situação. A decidir com o jurídico e depois materializar em uma unidade organizacional específica.
Aprendizes e estagiários. Mesma pergunta, resposta geralmente mais simples: a assinatura padrão, com o título real.
Períodos de experiência. Nenhum motivo para tratar de forma diferente: o colaborador representa a empresa desde o primeiro dia.
As caixas compartilhadas e funcionais. Elas não devem receber assinatura nominal. Isole-as em uma unidade sem modelo vinculado, ou dê a elas um modelo de departamento.
O outro lado: o desligamento
O que vale na chegada vale na saída, no sentido inverso: a assinatura deve sumir junto com o acesso, e a caixa de correio deve ser tratada corretamente. Esse é o tema de desligamento de um colaborador.
Os dois momentos dependem do mesmo mecanismo — o vínculo com o diretório — e, portanto, se resolvem juntos. É um dos argumentos mais sólidos diante de uma área de TI que hoje gerencia essas transições manualmente, como detalhado no guia de gestão de assinaturas na empresa.
Perguntas frequentes
Em que momento um recém-chegado deve ter a sua assinatura?
O que acontece se o cargo ainda não estiver preenchido no diretório?
É preciso incluir a assinatura no kit de onboarding entregue ao colaborador?
Como lidar com um colaborador em período de experiência ou com um prestador de serviços?
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